quinta-feira, 14 de maio de 2015

Cadê? - Onde está Rodrigo Rollemberg?

foto: Rodrigo Castro
Como fui treinado, e muito bem treinado a desenvolver meu lado crítico e analítico, graças a excelente educação Centro de Ensino Médio 9 da Ceilândia, anos atrás aprendi a notar certas coisas e enxergar algumas outras que o povão deixa passar.

Muito bem, paira na minha cabeça o porque da falta de presença do Governador eleito por falta de opção, Rodrigo Rollemberg. Durante a campanha ele fez aquele percurso óbvio de fazer reuniões, beijar as criancinhas e tudo mais.

Depois que assumiu o cargo se deparou com um DF totalmente deteriorado na área econômica e nos serviços públicos. O dinheiro sumiu, Agnelo foi pra Miami etc...etc.

Bom o ano já está na metade e ainda não deu pra sentir a mão firme de alguém no comando do GDF, agora chamado apenas de Governo de Brasília, acho que virou GB. hehe. Descobrem-se problemas todos os dias, apenas porque querem, pois são os mesmo de anos, agora piorados pelo governo anterior.

Falam por aí, Governador esteve em reunião com não sei quem, a Câmara Legislativa vai fazer visita nas satélites (lembrei de um tempinho atrás, os eleitos comendo pastel na Viçosa, só sorrisos amarelos) e no fim, gasta-se e ninguém vê nada!

Mas o post é para perguntar, CADÊ? cadê o Governador. Ele pode estar despachando numa mesa ou ainda naquelas notas do site do governo, mas não sentimos a presença. Que ele vá a rua! Se mostre! Vá ao Balanço Geral da vida. Mas nem isso, se acontece é lá uma vez na vida.

Ai deixam os problemas tomarem conta. Asfalto de má qualidade onde alguém embolsou o dinheiro, greves, o controle falho da violência e muitas outras situações. Esses fatos já estão maiores que a presença do governo, quando era o governo quem deveria aparecer mais, com medidas e realizações.
As vezes vejo apenas o vice governador Renato Santana, quando alguém cai num buraco ali, a água um do outro lado ou algum matagal. Tudo muito localizado e sem efeito geral.

Vamos acordar GDF, ops! Governo de Brasília.
O povo precisa ver a diferença e não a mesmice.

Jeff Lima - Coluna do Jeff

terça-feira, 3 de março de 2015

DF Trans, DF nada, nada funciona...Por que?

Quem dera Brasília fosse totalmente moderna como a sua arquitetura! Mas estamos longe e muito de coisas que realmente funcionam e ajudam a população. A bola da vez e olha que faz tempo, é o órgão que cuida dos transportes em todo DF, o DF TRANS.

O DF TRANS tem como trabalho gerenciar o transporte público, rotas, linhas de ônibus, a qualidade do serviço e o sistema de bilhetagem. No entanto, a falta de qualidade é a sua maior contribuição.

Nos últimos 2 anos, seguindo a administração torta de Agnelo Queiroz (ex governador do DF, que se Deus quiser não voltará nunca mais) trocou os ônibus, quebrou regras, como a padronização dos veículos e retomou a administração do sistema dos bilhetes, antes feita pela FÁCIL, que vinha deixando o usuário na mão.

Mas, as coisas não melhoram, só pioram. Me fazem lembrar se realmente alguém trabalha de verdade no DF TRANS. Vejam que legal;

Os ônibus nem sempre cumprem os horários
A educação por parte dos rodoviários é muito rara.
A tabela de horários fornecida no site nem sempre bate.
Faltam algumas linhas
O sistema de bilhetagem, quanto as centrais de atendimento ao usuário é um caos!

Quanto as Centrais de Atendimento, parecem uma coisa esquecida e desvalorizada. É por elas que estudantes e outros usuários obtém informações, recargas e cadastros, mas o sistema fica mais fora do ar do que em pleno funcionamento. Em tempos de recargas, as filas dão voltas e voltas, e as pessoas ficam no sol ou chuva aguardando o lento atendimento. Hoje mesmo 03/03/2015, a fila em Taguatinga já estava dando a volta no quarteirão e só aumentava.

Todos esses fatos me levam a acreditar e ter a certeza de que algo vai muito mal no DF TRANS. Isso não é de hoje. Todos os problemas mencionados aqui já fizeram aniversário e não apareceu NINGUÉM que resolvesse. Apenas desculpas do GDF e Secretaria de Transporte.

E o que fica no ar é o "ATÉ QUANDO" a população vai ficar sendo desrespeitada ao procurar um serviço BÁSICO que é mal gerenciado? Por mais simples que seja alguma coisa, ela tende a ficar muito complicada se não é tratada com seriedade e trabalho de verdade.

Quando resolverem, serei o primeiro a elogiar...porque por enquanto, não há nada de bom nesse serviço.

Jeff Lima

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Justiça suspende habite-se da nova sede administrativa do GDF



A Justiça anulou a carta de habite-se do novo centro administrativo em Taguatinga. A juíza substituta da Vara do Meio Ambiente também autorizou que o Ministério Público execute a multa ao GDF por não apresentar o Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) e o Laudo de Conformidade, documentos necessários para a liberação do mesmo empreendimento.

O GDF informou que ainda não foi notificado sobre a decisão e que “aguarda a publicação do acordão sobre o assunto”. O novo centro administrativo foi inaugurado em 31 de dezembro passado. No mês anterior, o então governador Agnelo Queiroz expediu um decreto dispensando a exigência do RIT para a liberação do habite-se.

Na época da inauguração, o MP enviou um documento ao então administrador de Taguatinga, Antônio Sabino, recomendando que não cumprisse o decreto. Sabino deixou o cargo um dia antes da inauguração da nova sede. No lugar dele assumiu Anaxímenes Vale dos Santos teve menos de um dia para ler todo o processo solicitando o habite-se. O documento tem 4.700 páginas, informou o órgão.

A Centrad afirma que no dia 31 de dezembro o complexo recebeu habite-se parcial, documento emitido para imóveis que não estão totalmente concluídos. A concessionária diz também que entregou “todos os documentos, projetos, Anotações de Responsabilidade Técnica e Termos de Aceite das concessionárias do Governo”.

“O Relatório de Impacto de Trânsito [RIT] do CADF foi aprovado pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal - Detran-DF, em 8 de dezembro de 2014. Portanto, o consórcio construtor cumpriu todas as exigências legais.”

A legalidade do decreto de Agnelo foi questionada pelo MP. Na ocasião, a juíza suspendeu os efeitos legais do documento, impedindo a liberação de habite-se sem a exigência do RIT e do Laudo de Conformidade.

“Esperaram o posicionamento do tribunal. Quando manteve a decisão da juíza, viram que não ia ter como ganhar judicialmente. Aí eles expediram o decreto”, afirma o promotor de Justiça do Marcelo Teixeira.

Para a juíza, ao expedir o decreto que afastava a exigência dos documentos, o GDF contrariava “de forma inequívoca” a decisão judicial, “criando um verdadeiro regime de exceção para o empreendimento inaugurado”.

Segundo a magistrada, a desobediência “coloca em risco a soberania das decisões judiciais, a segurança jurídica e o próprio Estado Democrático de Direito. Estivesse o Distrito Federal inconformado com a decisão poderia interpor o recurso cabível, sendo-lhe assegurado o duplo grau de jurisdição”.

A multa para cada descumprimento de decisão judicial é de R$ 500 mil e só é executada após a sentença transitar em julgado. “Ela [a juíza] aplica a multa, mas cobrança só após o desfecho do processo”, diz o promotor Marcelo Teixeira.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Ceilândia – Rodrigo Rollemberg quer dividir a RA em duas | A população diz NÃO!


Amigos leitores, fiquei estarrecido e porque não dizer, impressionado, com uma das últimas notícias a respeito administração do DF, comandado agora pelo Governador Rodrigo Rollemberg. 
Poucos dias atrás ele anunciou a lista dos administradores para cada Região Administrativa (RA) e a mesma surpreendeu a muitos por conservar características retrógradas, como a escolha de administradores que não moram na respectiva região a que foram designados.

Sabemos que isso aí nem surpresa, pois atrás de qualquer decisão no meio político, existe um jogo de interesse que favorece alguém ou alguma coisa. Mas este post é para demonstrar a minha indignação com a insanidade da divisão da RA de Ceilândia.

Ceilândia é uma das maiores e mais populosas cidades satélites do DF. Mesmo contendo grande parte dos eleitores, a região convive com descasos, serviços públicos deficientes e infra estrutura defasada em muitas quadras. No entanto, a população de Ceilândia é repleta de gente do bem, trabalhadores que ajudam Brasília a funcionar e principalmente na geração de renda e arrecadação, devido ao forte comércio.

Por algum  motivo, não sei com que palavra eu poderia classificar (só penso em insanidade, para não descer muito o nível), Rodrigo Rollemberg teve a ideia de dividir a cidade em duas, Ceilândia e Ceilândia Norte. A grande pergunta é "PRA QUÊ?" e "PORQUÊ?".

Com toda certeza existe algo por trás disto ou pode ser uma coisa ainda pior. Rollemberg pode estar dando sinais de que não sabe muito bem o que fazer no cargo que ocupa. Talvez queira "mostrar serviço" e esteja começando a dar tiros no próprio pé.

Estou na Ceilândia desde que cheguei ao DF em 1995, fui criado, estudei e ainda resido nessa cidade. Afirmo para vocês que nunca pude sentir de verdade a ação ou o trabalho de qualquer administrador. Obras de verdade só ví em anos próximos aos de eleição. Ceilândia, apesar de sua importância comercial e grande quantidade de moradores, se desenvolve muito lentamente e grande obras demoram a chegar. Não é preciso de 2 administradores, 1 trabalhando direito ajudaria muito.

Rodrigo Rollemberg deveria se preocupar mais em resolver os problemas herdados do Governo Agnelo, que não são poucos, ao tentar criar mais um cargo de administrador para uma cidade tão cobiçada. Mesmo que ele enxugue a quantidade de administradores, dividir uma cidade para dois é no mínimo curioso, e na minha humilde opinião de cidadão que mora em Ceilândia é insanidade.

Mas, e como todo mas... esperamos alguma reação por parte da Câmara Legislativa e principalmente que ouçam a população ceilandense que já está se mobilizando para protestos e ações contra a divisão da cidade.

Abraço grande!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Superquadras - O mais novo documentário sobre Brasília


Brasília para sempre moderna!

Esse bem que poderia ser um dos slogans da nossa Capital, que desde a concepção do seu projeto inovou em planejamento urbano e arquitetura. O melhor exemplo é uma característica muito particular que faz parte da vida dos brasilienses, as "Superquadras".

A modernidade expressa na concepção das Superquadras é exemplo de harmonia e qualidade de vida. Os blocos de apartamentos erguidos de forma a facilitar o caminhar, a convivência e a proximidade com o comércio local resultaram num bonito visual, praticidade e exclusividade para os moradores.

Para apresentar melhor essa inovação, que apesar da idade continua sendo uma amostra real de organização e convivência, os diretores Mário Salimon e Marcelo Feijó produziram o documentário SUPERQUADRAS. O vídeo ilustra muito bem a novidade da época através de depoimentos de arquitetos, moradores e pessoas que conheceram ou vivem na Capital, além de imagens e vídeos da época.

Vem para esse passeio na história de Brasília!



Ficha técnica:
Direção: Mário Salimon e Marcelo Feijó
Fotografia: Mário Salimon, Marcelo Feijó e Adriano Salimon
Montagem: Adriano Salimon
Gestão: GRV Mídia e Entreteninmento
Ano: 2014